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Obstáculos invisíveis na evolução

  • 7 de jul.
  • 2 min de leitura


Por: Guilherme Carvalho

 

Há na grande maioria da massa humana, uma inquietação que fomenta em cada um, maior ou menor propulsão para pôr-se em marcha, rumo a caminhada evolutiva que desliga-se do campo ilusório, da ignorância e desbrava os caminhos do Espírito.

Pela simples questão de afinidade mental-psíquica, pela sintonia reverberada nos atos e pensamentos nossos, involuntariamente nos ligamos às Entidades que de igual modo permanecem em nossa faixa vibratória, em nossa zona de evolução. Quando harmônicos com o processo evolutivo, granjeamos companhias caras, Benfeitores Espirituais que se interessam pela nossa evolução e que utilizam de caridade para conosco. Mesmo errando, estamos certos de que não somos desamparados. Há, porém, as outras companhias, que ligam-se a nós por meio dos vícios, dos engendramentos perniciosos que, porventura, cometamos no nosso dia a dia, na nossa rotina, assediam-nos, porque o permitimos.

Engajar-se em qualquer área que se apresente, motivado pela revolução íntima, requer recordar-se sempre das palavras do Rabi da Galileia: “Quem quiser vir após mim, tome sua cruz e siga-me”. A partir do momento que optamos por verdadeiramente assumir o compromisso de seguirmos rumo ao Bem Maior, forças contrárias, assemelhando-se a testes, intervém. São nossos Irmãos Invisíveis que dependem do nosso amparo fraternal e de nossa compreensão.

Quando se quer dar início a uma dieta, aparecem mil guloseimas chamando-lhe a derrocada; quando se vai ao médico encontra-se, caso não tenha regularidade, algumas doenças; quando se ingressa na causa cristã, espírita, também há movimentos contrários ao seu refazimento, que pululam por toda parte, espreitando, com fim de conseguir uma brecha para atacar. Remédios podem causar efeitos colaterais, por que a reforma íntima de um ser humano seria indolor? Por que o ser humano seria insensível ao próprio remanejo de emoções, sentimentos, pensamentos e ações?

Qual, pois, é a solução para tão ardoroso trabalho, e que temos ciência hoje, é imprescindível em nossas vidas? Amar. O amor é a solução como explicita a Benfeitora Joanna de Ângelis em seu livro homônimo.

Acrescenta a Veneranda: “Somente se pode ser livre e feliz, quando se ama. O amor é a diretriz de segurança para as metas sublimes da autorrealização, da autoconsciência” (FRANCO, 2023, p. 10).

Ante qualquer obstáculo, seja antes o nosso sustentáculo a fé que fortalecerá nossa coragem para a luta necessária não contra ao outro, mas para despojar-nos de nossas imperfeições. Primeiro somávamos, hoje mais conscientes, procuramos subtraí-las.

 

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Referência:

1- FRANCO, Divaldo Pereira. O amor como solução. 5. Ed. / Pelo Espírito Joanna de Ângelis [psicografado por] Divaldo Pereira Franco. Salvador: LEAL, 2023.

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