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Reencarnação e justiça: uma nova perspectiva jurídica

Por: Guilherme Carvalho   Em matéria de compreensão, de acordo com os informes do Mais-Além, somos muito imperfeitos, padecendo ainda o...

Por: Guilherme Carvalho   Em matéria de compreensão, de acordo com os informes do Mais-Além, somos muito imperfeitos, padecendo ainda o dissabor de reações instintivas e animalescas. Convém, porém, anuir que em consonância com a Lei do Progresso, enquanto sociedade, avançamos para menos truculência e mais justiça que em épocas remotas. Há injustiça no mundo? Evidente que sim. Há injustiçados? Não os há. Pelo conhecimento que perlustramos por meio das reencarnações ou vidas sucessivas, somos apresentados a todo tipo de situações, as quais nem sempre saímos vitoriosos ou libertos, por conta da educação tentativa-erro, mesmo em ignorância, somos defrontados com débitos passados que temos por dever equalizar para estar em paz consigo próprio. Narra o amigo orientador Manoel Philomeno de Miranda em sua obra, Temas da Vida e da Morte , acerca do mecanismo reencarnacionista: “ Fenômenos do determinismo são estabelecidos com margens a alternâncias decorrentes do uso do livre-arbítrio, de modo a permitir uma ampla faixa de movimentação com certa independência emocional em torno do destino, embora sob controles que funcionam automaticamente, em consonância com as leis de equilíbrio geral ” (FRANCO, 2024, p. 13). A partir destas formulações, destaca-se nosso livre-arbítrio citado acima, que se manifesta como o primeiro ato de justiça do Criador para conosco, não nos criando perfeitos sem méritos, nem abusando de nossa ingenuidade pelas provas abusivas. Tudo concorde com o que a nossa consciência disponha de material mental. Entretanto, se apenas fosse fundamentado nossa educação por meio do livre-arbítrio, pobre seria o que adquiriríamos em inovações e renovações do intelecto, visto que, ideias novas contrárias as antigas sofrem grande ataque, e então, guerras, homicídios, suicídios, etc., seriam uma permissividade do Criador que neste cenário estaria de mãos atadas. Para destrinchar estas questões comportamentais da criatura humana, concede o Criador, as oportunidades incessantes de retornar aos mesmos cenários para amenizar a brutalidade irrompida, transformando-se em amorosidade tranquila e misericordiosa. Eis aí o segundo ato de justiça de Deus, não reparando nas imperfeições alimentadas por nós, é bondoso ao ponto de educar-nos mesmo que leve uma Eternidade, afinal a imortalidade do Espírito é para que ele se desenvolva galgando os páramos superiores que é sua destinação, desvinculando-se das leis de conformidade dos homens, seguindo fielmente as Leis Divinas que estão associadas em sua consciência.   ========== Referência: 1- FRANCO, Divaldo Pereira. Temas da vida e da morte  / pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda; [psicografado por] Divaldo Pereira Franco – Brasília: FEB, 2024.

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