Kardec em Nossas Vidas


Por: Jackelline Furuutti


Que o sentido da vida é o progresso, muitos de nós já sabemos.

Depois de Moisés e Jesus, muito ainda havia a ser revelado. Algumas verdades ainda estavam ocultas até porque não estávamos preparados para tais informações, como para algumas, ainda não estamos.


Não podemos concluir ou imaginar melhor maneira dessas revelações acontecerem, senão da forma que foi.


Um professor, livre de qualquer crença, totalmente racional em suas pesquisas, mas de um coração puro e verdadeiro, que abriu mão de seu próprio nome, Hippolyte-Léon-Denizard Rivail, para divulgar aos quatro cantos a terceira revelação: o Espiritismo com o codinome Allan Kardec.


Por isso, hoje, ao menos neste texto, vamos analisar com muito carinho e gratidão o que Allan Kardec representa para o Espiritismo.


Kardec desde a encarnação como druída, já sinalizava a importância de sua existência em nosso planeta.


Na encarnação como professor, abdicou de sua profissão, que pouco a pouco não seria mais exercida, primeiro pela nova forma de ensino, a qual ele discordava por quererem impor às crianças o catolicismo e depois, por dedicar todo o seu tempo para a codificação.

Seus companheiros intelectuais desdenhavam de suas pesquisas e livre de qualquer vaidade, Kardec aproveitava cada brechinha para plantar a semente da dúvida na mente neles.


E assim, seguiu por anos.

Ainda que já acreditando nas comunicações, tinha olhar crítico e entendia que acreditar, para este trabalho, não era o suficiente, teria de ser autêntico e incontestável para todas as pessoas que lessem. Era preciso fatos e bons argumentos.


Kardec tinha a perseverança que poucos tem. No sentido figurado, teve uma cruz muito pesada a ser carregada, foi apedrejado, crucificado por muitos e julgado, amplamente julgado. Mas nada tinha mais importância que o seu trabalho, a sua missão. Kardec resistia.

Cada livro queimado acendia nele através do consolo celestial, a esperança da propagação. E do fogo fez-se fagulha que encontrou em cada ser, um meio de acender a chama da mediunidade.


Ao que tudo indica, o sopro divino se encarregou de cruzar os sete mares e quanto mais se julgava, mais força esse trabalho ganhava.


Sua vida, como a de todo ser que recebe uma grande missão, não foi fácil.

Kardec foi o professor do mundo. Nos ajudou a andar, através de seus estudos sobre a reforma íntima, nos ajudou a ver com os olhos da vidência, a ouvir, com os ouvidos da alma, a tocar sem tocar, com a mediunidade de efeitos físicos, conseguimos notar presenças através de aromas e gostos e escrever por aqueles que tem inteligência além da matéria.

Como bom professor, nos fez sair do Maternal e darmos os primeiros passos nesse Jardim de Infância que encontram-se nossas consciências.


Ele organizou, pesquisou, acreditou, defendeu, sofreu, disseminou, sofreu mais e morreu.

Ainda assim, até o fim tinha satisfação a cada descobersta, feito criança quando descobre o poder da leitura.


Suas obras ainda perambulam feito estrelas no espaço tocando e acendendo de dentro para fora, cada espírito que busca a luz.


Hoje, ele talvez seja uma dessas estrelas que iluminam o céu, ou quem sabe, faz morada em um mundo onde esteja ensinando ou aprendendo, nascendo, morrendo, renascendo ainda e progredindo sempre, tal é a lei.

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